terça-feira, 8 de outubro de 2013

Para quando o fim do pesadelo?


A interrogação do editorialista (no "Público", hoje) só tem, a meu ver, uma resposta: este governo, dispondo na Assembleia da República duma maioria acéfala e contando com a conivência de um presidente da República que dá pelo nome de Cavaco Silva, não só  se como se comporta como um inimputável  que não conhece limites, como é, de facto, inamovível. Isto, a menos que o povo decidisse tomar o destino nas suas mãos e a iniciativa de derrubar o governo iníquo e o presidente cúmplice. Não se detectando sinais de que o povo seja capaz de realizar tal proeza, ténue é a esperança de não estarmos condenados a suportar esta corja até ao final da legislatura e a esperar pelo fim do pesadelo.
Mas como a esperança é a última a morrer, quem sabe se, perante tanta ignomínia, não poderá surgir ainda, em tempo útil, um sobressalto cívico que varra, de vez, toda esta gentinha para longe das nossas vidas?

1 comentário:

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

O pesadelo só termina quando tivermos força para acordar e nos libertar-mos dele. Nem que seja à força!