quarta-feira, 3 de outubro de 2012

"Vou-me embora pra Pasárgada"

Lá, ao contrário do que diz o poeta Manuel Bandeira, não serei amigo do rei, pois rei não há. Mas também não há nem televisão, nem rádio, pelo que também não ouvirei as "histórias de terror" que o Gaspar, daqui a pouco, vai contar. E de que eu me vou livrar!
Voltarei, espero, depois de acalmar.

2 comentários:

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

E fazes muito bem, Francisco. Eu já estou a fazer as malas.
Abraço

Graça Sampaio disse...

É realmente o que apetece fazer. Porém, acho que devemos "ficar" para continuarmos a lutar!

Volte breve!